“No início do governo Bolsonaro”, diz Merval Pereira, “deputados
procuraram Rodrigo Maia com uma apreensão: acreditavam que estavam sendo gravados
(…).
Eram mais percepções e temores do que fatos concretos que
motivassem uma reclamação formal do presidente da Câmara.
Até que um deputado
com patente militar, ligado à comunidade de tecnologia de segurança de
informação, disse a Maia que tinha certeza de que fora grampeado, e deu
detalhes técnicos sobre o que poderia ter acontecido ao seu celular Android
(…).
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