☼Nova fase do Minha Casa, Minha Vida aumenta as chances da casa própria☼

Nova fase do Minha Casa, Minha Vida aumenta as chances da casa própria

Em terça-feira 21/6/2011, às 12:54
SÃO PAULO – Anunciada no dia 16 de junho, o Programa Minha Casa, Minha Vida 2 pretende aumentar os recursos para subsidiar imóveis para pessoas de baixa renda, para isso, nesta nova fase serão investidos R$ 72,6 bilhões em subsídios e R$ 53,1 bilhões do FGTS em financiamentos.
Segundo o Secovi-SP, as mudanças são positivas, mas o Programa ainda precisa de alguns ajustes para atender o setor imobiliário. "O governo tem evidenciado a preocupação com a saúde do Minha Casa, Minha Vida, mas para que o programa na faixa de renda até R$ 1.600 possa decolar é fundamental que a Caixa e o Ministério das Cidades reconheçam a importância de atualizar os preços de aquisição dos imóveis", explica o vice-Presidente de Habitação do Secovi-SP, Flávio Prando.
Para que o Programa possa adequar os valores, alguns fatores podem ser determinantes, como o aumento dos custos da terra e dos custos de produção, e também as modificações necessárias para atender as determinações de acessibilidade universal.
De acordo com o executivo, a discussão sobre o preço dos imóveis deverá ser breve, para que dessa forma todos sejam beneficiados, seja o setor imobiliário, como as pessoas contempladas pelo Programa. "Esperamos que a discussão do realinhamento dos preços seja breve e com a participação direta do setor, pois já passaram seis meses sem nenhuma contratação dentro do programa e as empresas investiram demais na continuidade da iniciativa não podem ficar paradas", completa.
Nova faixa, novos imóveis
O que mais agradou o setor imobiliário e também a população foi a alteração na renda mínima para o financiamento. Na faixa 1 se enquadram as famílias com renda até R$ 1.600, já a faixa 2 são os que totalizam renda de R$ 1.601 até R$ 3.100, e por fim a faixa 3 onde estão as famílias com renda de R$ 3.101 até R$ 5.000.
Desde sua criação, em abril de 2009, o Programa ultrapassou a marca de 1 milhão de contratos assinados, até o final de 2010. 
Para a nova fase, as incorporadoras e construtoras terão um desafio. Nos próximos três anos e meio, elas terão que lançar mais dois milhões de unidades, volume que pode chegar a 2,6 milhões, dependendo da atuação das empresas.
Para o presidente do Secovi-SP, a meta é realista, mas para ser alcançada os processos de construção devem ser mais ágeis. "A meta é possível de ser alcançada, mas a aprovação de novos processos e novas tecnologias construtivas precisa ganhar agilidade. Não é possível imaginar construir mais de um milhão de habitações por ano assenstando blocos como há 50 anos. O Brasil precisa de mais laboratórios e técnicos capacitados para atuar em pesquisa no setor da construção civil. Para isso, dependemos de incentivos do governo", finaliza Prando.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

EM DESTAQUE

MADURO FOI CAPTURADO NESTA MADRUGADA PELOS "EUA", EM ATAQUE SURPRESA NA VENEZUELA.

  Explosões são sentidas em Caracas, na madrugada deste sábado, em meio ao ataque americano.  (Foto:   EFE ) EUA capturam ditador Maduro...

POSTAGENS MAIS ACESSADAS