Os 3 nomes favoritos para substituir Michel Temer na Presidência
Saída de Temer é dada como cada vez mais certa em 2017.
Três nomes surgem com força para substituo-lo em uma eleição indireta, embora
um deles se destaque
O ex-ministro Nelson Jobim é, até agora, o
nome mais recorrente em todas as discussões sobre quem poderia ser eleito pelo
Congresso para a Presidência, se Temer perder a cadeira ou renunciar a partir
de 2017.
A Constituição determina a realização de
eleições indiretas em caso de vacância do mandato presidencial nos últimos 2
anos.
O sucessor seria escolhido pelo Congresso.
Em todos os lugares, o ex-ministro sempre
se viu cercado por comentários sobre a possibilidade de ocupar mandato tampão
até as eleições de 2018.
Publicamente, ele tem dito que não leva a sério a
hipótese.
Mas reservadamente se mostra interessado. Perguntou a amigos do PT,
do PSDB e do PMDB sobre a possibilidade de o Congresso o escolher.
Todos que foram ouvidos concordam que seria um nome bastante
viável.
Mas os mais próximos têm dito que terá grandes dificuldades de governar
qualquer que seja o escolhido.
Amigo pessoal de Lula e FHC, Nelson Jobim
foi deputado constituinte, líder do PMDB, ministro da Justiça e da Defesa dos
governos do PSDB e do PT.
Também foi presidente do Supremo Tribunal Federal.
Outros nomes
Há no momento uma discussão intensa no
Congresso e nos meios políticos sobre como deverá ser escolhido um eventual
sucessor de Michel Temer.
Os partidos de oposição e alguns
governistas têm convicção de que somente a eleição indireta não daria
legitimidade a um presidente para enfrentar a crise.
Com bastante trânsito no PT, especialmente
na cúpula do partido, Nelson Jobim é visto como um nome capaz de levar os
petistas a aceitarem a eleição indireta.
E de criar condições para um acordo de
governabilidade até as eleições gerais de 2018.
Outros nomes que têm circulado como
possíveis candidatos a presidente numa eleição indireta são 2 ministros do
Supremo Tribunal Federal.
A atual presidente da Corte, Cármen Lúcia, e Gilmar
Mendes.
Ambos têm bom trânsito na mídia, sobretudo
um contato amistoso com o Grupo Globo, a maior empresa jornalística do Brasil —
o que lhes pode ser favorável.
Gilmar tem uma vantagem quando se trata de
contato com o Congresso.
Os 2 magistrados, entretanto, enfrentam resistências
da esquerda – um setor do espectro político com o qual Jobim cultivou uma
relação mais sólida.
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