
O ministro do Supremo
Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, autorizou nesta terça-feira (5) a
quebra do sigilo bancário do presidente Michel Temer.
SE O MINISTRO DECIDIU ASSIM, É PORQUE OS INDÍCIOS SÃO MUITO FORTES DE TEMER TER SIM PREVARICADO E SER CORROMPIDO PARA EDITAR FAMOSO DECRETO DOS PORTOS.
Barroso é o responsável no STF pelo
inquérito que investiga o suposto favorecimento da empresa Rodrimar S/A por
meio da edição do chamado Decreto dos Portos (Decreto 9.048/2017), assinado
pelo presidente Michel Temer em maio do ano passado.
Na ação, além de Temer, são
investigados o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures e os empresários Antônio Celso
Grecco e Ricardo Mesquita, donos da Rodrimar, empresa que atua no Porto de
Santos.
Essa é a primeira vez que um
presidente do país tem seu sigilo bancário quebrado durante o exercício do
mandato. O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, disse que o
presidente Michel Temer ainda não foi notificado oficialmente da decisão.
Em entrevista, Marun disse que o
presidente está "indignado" com o fato.
"O presidente vai divulgar seus
extratos, não tem nada a esconder, mas encontra-se contrariado, e indignado
até, por essa decisão que nós consideramos completamente indevida,
principalmente pelo fato deste inquérito não possuir base fática alguma para
justificar uma medida como essa", afirmou.
Em nota, a Presidência da República
informou que Temer irá solicitar ao Banco Central todos os seus extratos
bancários e a divulgação desses.
"O presidente Michel Temer
solicitará ao Banco Central os extratos de suas contas bancárias referentes ao
período mencionado hoje no despacho do iminente ministro Luís Roberto Barroso.
E dará à imprensa total acesso a esses documentos. O presidente não tem nenhuma
preocupação com as informações constantes suas contas bancárias", diz
a nota, assinada pela Secretaria Especial de Comunicação Social.
Nenhum comentário:
Postar um comentário