O Financista 11.10.16
Basicamente, a investigação independente conduzida pela Eletrobras detectou quatro fontes de propinas:
- a sempre inconclusa usina nuclear de Angra 3;
- a usina termelétrica de Mauá 3, em Manaus, orçada em R$ 1 bilhão;
- uma linha de alta tensão no sistema Chesf/São João/Simplício Mendes, no Piauí, que integra o programa Luz Para Todos
- perdas decorrentes de investimentos em sociedades de propósito específico (SPEs)
Os valores saqueados pela corrupção, em milhares de reais, estão no quadro circundado de vermelho (investigation findings).
Os valores referentes a 2014 somam tudo o que a empresa estima ter sido desviado entre 2008 e aquele ano.
Já os de 2015 referem-se apenas a esse período.
A investigação concluiu que não há indícios de ilegalidades em 2016.


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