► BOLSONARO HUMILHA 'BANDIDO DE 9 DEDOS', CONTESTA BARROSO, DO STF E É ACLAMADO POR MULTIDÃO EM SC: 'EU AUTORIZO!'


Bolsonaro humilha 'bandido de 9 dedos', contesta Barroso, do STF, e é aclamado por multidão em SC: 

'Eu autorizo!' Ao final da ‘motociata’ de Florianópolis, o presidente Jair Bolsonaro falou para um verdadeiro mar de gente e iniciou sua fala dizendo: “é fácil ser comunista num país livre. 

Eu quero ver ser livre num país comunista”. 

O presidente disse: “temos um presidente que defende a democracia não apenas da boca pra fora. Que vê no voto de cada um de vocês, desde que contado, a alma da democracia. 

Quem decide eleições são vocês. Não é meia dúzia dentro de uma sala secreta que vai contar e decidir quem ganhou as eleições. Não vai ser um ou dois ministros do STF”. 

Bolsonaro foi interrompido aos gritos de “fora, Barroso”. 

O presidente prosseguiu: “não vai ser um ou dois ministros do Supremo Tribunal Federal que vão decidir o destino de uma nação. Quem teve voto, quem tem legitimidade, além do presidente, é o Congresso Nacional”. 

Interrompido novamente, aos gritos de “eu autorizo”, Bolsonaro disse: “Tenham a certeza - há 50 anos, eu jurei dar a minha vida pela pátria. 

Juntamente com vocês agora, nós juramos dar a nossa vida pela nossa liberdade”. 

O chefe de Estado falou sobre a situação da Venezuela e questionou: “nós sabemos como aquele regime começou. 

Quem apoiou aquele regime? Não preciso dizer para vocês que é o bandido de nove dedos”. O povo respondeu gritando “Lula, ladrão”. Bolsonaro disse: “não pense o ladrão de nove dedos que seus amigos é que vão contar os votos dentro de uma sala secreta. 

O que eu acabei de falar sobre a Venezuela, nós não queremos isso para o Brasil. Mais do que não querer. 

Nós lutaremos com todas as armas disponíveis para que isso não aconteça em nossa pátria”. 

O povo respondeu gritando “mito!”. No ensejo, o mandatário alertou: “se é difícil lutar enquanto ainda temos liberdade, é quase impossível lutar quando nós a perdemos. Liberdade, muitas vezes, é como água de poço: cada um só dá valor depois que perde. 

Sabia que não ia ser fácil, sabia das dificuldades, sabia de onde viria a oposição. Mas eles encontraram alguém que busca forças naquele nosso Pai para vencer esse desafio”. 

Bolsonaro repudiou as retaliações que sofre junto com membros de sua família e disse: “Enquanto esse povo estiver ao meu lado e Deus me der forças, nós atingiremos o nosso objetivo. 

O nosso objetivo é fazer cada vez mais pela nossa pátria, porque quando fazemos por ela, fazemos por todos vocês”. 

O presidente acrescentou: “meu objetivo é vê-los felizes, livres, confiantes no destino desta grande nação”. 

O presidente anunciou que amanhã, em Brasília, fará um novo passeio de motos e disse: “mais do que dar um passeio de moto, é mostrar que, a exemplo de SC, estamos unidos em todo o Brasil. 

Quem decide o futuro dessa nação são vocês. Nós, dos 3 poderes, temos a obrigação de atendê-los”. 

Neste contexto, o povo respondeu gritando: “o povo unido jamais será vencido”. Bolsonaro prosseguiu: 

“Hoje falamos de algo muito mais importante: falamos no destino de uma nação, de responsabilidade de seus governantes. 

Falamos de um bem maior que a própria vida, que é a liberdade. Zelem por isso. 

Tenham isso como um bem maior entre nós. Não podemos chegar a esperar, daqui a 5, 10, 15 anos, olhar para trás e se arrepender daquilo que tinha que ser feito e não foi feito. 

Nós faremos tudo pela nossa liberdade, faremos tudo por eleições limpas, democráticas e contagem pública de votos. 

Eleição fora disso que eu falei não é eleição. Há mais de um ano eu venho advertindo que temos que ter eleições limpas no Brasil. 

E quem não quer… pode ser tudo, mas não é democrata. E quem não é democrata não tem espaço no nosso Brasil”. 

O presidente lembrou: “Eu tenho limites. Alguns outros acham que são deuses. Vão quebrar a cara. 

Porque nós continuamos jogando dentro das quatro linhas da Constituição. 

O outro lado sai dessas 4 linhas para nos atingir. Dou, não um recado, não uma advertência ou um ultimato: respeitem a nossa Constituição, respeitem a vontade popular. 

Nós não queremos nada mais além disso. Não continuem nos provocando, não queiram nos ameaçar. 

Não queiram impor sua vontade, porque quem está com Deus e com o povo tem realmente o poder”.


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