Medida que prevê passe livre para estudantes de baixa renda ainda precisa ser aprovada na Assembleia Legislativa

Clodoaldo Pelissioni, novo secretário estadual de Transportes (Roberto Navarro/Divulgação/Assembléia Legislativa/VEJA)
O governo de São Paulo anunciou nesta quinta-feira que a tarifa zero para estudantes de baixa renda terá limite de 50 viagens por mês no Metrô, na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e nos ônibus da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU).
A informação foi confirmada pelo recém-empossado secretário estadual dos Transportes Metropolitanos, Clodoaldo Pelissioni.
Segundo ele, terão direito ao benefício os alunos da rede pública de ensino e os estudantes de universidades públicas, cuja renda per capita seja de até um salário mínimo e meio (1.182 reais).
O projeto de lei ainda precisa ser votado pelos deputados estaduais, que só voltam do recesso no dia 2 de fevereiro, quando começa o ano letivo.
Uma medida semelhante, que prevê a gratuidade nos ônibus municipais proposta pelo prefeito da capital, Fernando Haddad (PT), está em um estágio mais avançado: foi aprovada pela Câmara Municipal em dezembro do ano passado, mas ainda precisa ser regulamentada pela prefeitura.
A administração, no entanto, limitou a cota para 48 viagens, o que contraria a declaração de Haddad de que o estudante poderia usar o passe livre "para tudo", além da ida e volta para escola.
O anúncio da tarifa zero ocorreu no momento em que o preço da passagem de metrô e ônibus subiu de 3 reais para 3,50 reais.
(Com Estadão Conteúdo)
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