Published on agosto 30, 2010
30.08.2010 – Uma misteriosa “chuva” de excrementos intriga os habitantes do vilarejo de Saint-Pandelon, no sudoeste da França. Desde meados de maio, eles se queixam de “gotas” marrons que caem do céu, com cheiro e textura de matéria fecal.
O prefeito do vilarejo, Jean-Pierre Boiselle, afirmou que uma “chuva de cocô” passou a cair durante o dia e também à noite no município.
Se no início a história fazia os 750 habitantes da localidade sorrirem, eles passaram a ficar aterrorizados com a chuva de excrementos, que deixou partes da cidade com ar irrespirável.
As crianças não podem mais brincar fora de casa e os moradores hesitam em comer as frutas e legumes das hortas locais. Eles também não fazem mais churrascos ao ar livre nesse período de verão na Europa.
Teorias
As “gotas” marrons, quase do tamanho de uma unha do dedo mínimo, sujam os carros, móveis de jardim e as roupas secando nos varais.
A primeira hipótese levantada pelos moradores para explicar o fenômeno foi a de que aviões estariam despejando o conteúdo de seus banheiros sobre a região.
Mas isso seria impossível, afirmou a Direção Geral da Aviação Civil da França, acrescentando que “os aviões de linha são pressurizados e não é possível despejar o conteúdo de banheiros ou de nenhuma outra coisa”.
Após investigações, a polícia militar francesa declarou que a “chuva” de fezes poderia ser causada por aves migratórias, da espécie conhecida como andorinhões, que se instalaram na região nesta estação.
“Esse pássaro tem a particularidade de voar o tempo todo e se alimentar em pleno voo. Por isso as fezes caem durante o dia e à noite”, afirmou o capitão Michel Brethes, da polícia militar de Dax, nos arredores do vilarejo de Saint-Pandelon.
Exames
Um laboratório da região realizou neste mês pesquisas científicas com o material coletado e confirmou que as “gotas” que cairam do céu são excrementos de origem animal, mas não conseguiu solucionar totalmente o mistério.
“Nas amostras analisadas, não encontramos bactérias específicas das fezes humanas. Mas não podemos dizer a qual tipo de animal esses excrementos correspondem”, afirmou Alain Mesplède, diretor do laboratório de análises científicas da região.
“Apenas confirmamos a presença de bactérias típicas a todas as espécies animais”, diz o pesquisador. Sem saber ao certo se as fezes seriam realmente de pássaros, os moradores de Saint-Pandelon esperam que a “chuva” fedorenta não caia novamente em outras estações.
Fonte: UOL noticias
Cidade francesa se divide sobre drama da chuva de fezes
06 de setembro de 2010 • 14h22 • atualizado às 20h33
Michel Tastet aponta vestígios das fezes sobre seu carro, que não saíram mesmo após diversos dias de chuva
Foto: Lúcia Jardim/Especial para Terra
Lúcia Müzell
Direto de Saint-Pandelon
A pequena comunidade de Saint-Pandelon, no sudoeste da França, está dividida quanto a como tratar sobre a misteriosa “chuva de fezes” da qual foi vítima por mais de dois meses. Se, por um lado, os moradores parecem inclinados a não abandonar a história enquanto não recebem uma explicação convincente para o curioso acontecimento, por outro os órgãos oficiais tentam levar a questão para o esquecimento.
O problema se intensificou em julho, quando os habitantes da localidade perceberam que as manchas marrons que apareciam com cada vez mais frequência nas roupas e sobre os carros não eram habituais. Neste momento, eles se deram conta de que, na realidade, vinham sofrendo “ataques” desde pelo menos dois meses antes, a partir de maio.
“Os carros estavam ficando imundos, sem que a gente sequer saísse de casa. As roupas que deixávamos secando no varal voltavam cheias de pontinhos marrons”, se recorda a dona de casa Camille. “Foi horrível. Agora, quase não acontece mais. Mas o trauma de ter tido m…. caindo do céu e sobre as nossas cabeças está longe de ser esquecido.”
O drama se concentrou em um bairro da minúscula cidade de Saint-Pandelon, uma comunidade rural de apenas 700 habitantes a poucos quilômetros das badaladas praias do sudoeste francês, como Biarritz. A localidade atingida, chamada de “quartier des Carrières”, se situa em uma planície da região e não comporta mais do que 15 famílias, cujas casas se encontram ao longo de uma estrada com não mais de 600 metros.
De acordo com os relatos dos moradores ouvidos pelo Terra, as manchas que passaram a provocar a inquietude da população eram arrendondadas e pequenas, com entre 2mm e 6mm de diâmetro. “A tonalidade variava de amarelada a marrom-escuro. Quanto ao cheiro, em poucas ocasiões a gente percebeu que havia um odor desagradável no ar”, relata o comerciante aposentado Michel Tastet. “No entanto, se cheirássemos diretamente no local de uma das manchas, não havia a menor dúvida. Era cocô e, na minha opinião, era coisa de humano, e não de pássaro.”
Quando perceberam a anomalia, os moradores relataram o problema à prefeitura da cidade, que num primeiro momento se comprometeu a analisar o material. A polícia também foi acionada, no entanto não se envolveu na investigação das causas da tal chuva.
Como o problema não cessava e a pressão da população aumentou para que alguma providência fosse tomada, a prefeitura concordou em realizar análises laboratoriais do material.
O resultado dos testes, feitos por um laboratório credenciado ao Ministério da Agricultura francês, apontou que se tratava de “material fecal de um vertebrado não-humano”. A análise, no entanto, não permitiu precisar se o animal em questão era um pássaro.
Os resultados bastaram para concluir o caso – ao menos para a prefeitura da cidade, mas não para a população, que continuava sendo vítima do “material fecal” regularmente. Mesmo sob a insistência da reportagem no local, a prefeitura se negou a dar qualquer informação ou comentário sobre o caso, e mesmo a informar onde ficava a localidade atingida. “Ninguém vai falar com você”, alertou uma funcionária que não quis se identificar.
Ao chegar na comunidade, no entanto, a recepção pelos moradores foi bem diferente. Eles deixaram clara a satisfação por os jornalistas não esquecerem o drama, embora tenham relutado em se identificar para a reportagem. “Não deixa de ser vergonhoso, e não gostaria que o meu nome ou a minha cidade ficassem associados a esta história”, disse a dona de casa Janine.
A funcionária da prefeitura, por outro lado, alegou que “já se falou demais disso” e que “os jornalistas não nos deixam mais em paz”. O órgão se limitou em fornecer uma cópia do resultado das análises em laboratório, sobre o qual também não fez comentários. “Se foram pássaros? Não sabemos. Tudo o que temos sobre o caso está neste relatório. Nada mais”, resumiu a funcionária.
A polícia local, por sua vez, afirmou que não possuía competência para comentar o caso, uma vez que não realizou investigações.
Moradores não acreditam na versão oficial para a “chuva”
George Tastet investigou o fenômeno, anotando diariamente os momentos de maior ocorrência da "chuva"
Lúcia Müzell
Direto de Saint-Pandelon
A comunidade de Saint-Pandelon, no sudoeste da França, custa em acreditar que a “chuva de fezes” – da qual foi vítima por mais de dois meses – tenha sido provocada por pássaros que voavam pela cidade em meio a uma rota migratória, conforme explicação dada a eles pelo prefeito Jean-Pierre Boiselle.
Para as famílias atingidas, não resta outra explicação para o curioso acontecimento que não a evacuação em pleno voo dos toaletes dos aviões que passam sobre a cidade.
A hipótese é sustentada pelo técnico em energia nuclear aposentado George Tastet, que se transformou em um verdadeiro porta-voz das famílias atingidas desde que o drama foi revelado.
Tastet ficou tão intrigado com o fenômeno que passou a estudá-lo diariamente e trocou suas atividades no campo por pesquisas na internet, a fim de tentar encontrar uma explicação ao fenômeno.
“Vamos começar pelo mais básico: jamais vimos qualquer sinal de bandos de pássaros sobrevoando a região. Inclusive eu fui a um local onde eles se concentram e montam os seus ninhos, e nem lá existe tanto coco quanto houve aqui”, argumenta o aposentado.
Segundo Tastet, a prefeitura “tentou empurrar” a versão de que os pássaros martinet-noir – ou andorinhão-preto, em português, um tipo grande de pássaro semelhante a um corvo – estariam em plena rota de migração em direção ao oeste. Esta seria a justificativa para os excrementos estarem caindo do céu.
Os martinets voam a pelo menos 1.000 metros de altitude e se alimentam enquanto se locomovem, o que poderia explicar o fato de eles fazerem suas necessidades ao mesmo tempo em que se movimentam nos ares.
Os testes realizados por um laboratório a pedido da prefeitura reforçaram essa versão, mas não convenceram os moradores, que estão convencidos de que alguma coisa está sendo escondida.
Os resultados apontaram que o material é, de fato, de origem fecal provocado por um vertebrado, mas não humano.
O relatório não foi capaz de identificar se as fezes seriam ou não de pássaros.
Além de não perceber a existência de pássaros no céu, Tastet passou a observar em que momentos a comunidade era mais atingida pela “chuva de fezes”. Instalou dois painéis brancos no seu terreno, em locais distintos, e os verificava de hora em hora.
Também colocou um medidor amador do vento, que no verão soprava quase sempre na direção oeste. Ao mesmo tempo, auxiliado por um site que mostra o movimento aéreo na França em tempo real, ele percebeu que a “chuva” se intensificava cerca de 30 minutos depois que um avião sobrevoava a cidade.
“Logo aqui ao lado temos Biarritz, uma praia super movimentada e em cujo aeroporto circulam dezenas de aviões por dia, sobretudo no verão.
Talvez, por interesses econômicos, não estejam querendo cobrar as companhias aéreas sobre esse assunto justamente no auge da estação turística”, afirma Tastet, certo de que a necessidade de cortes de custos nas empresas aéreas chegou ao ponto de as companhias liberarem os reservatórios dos toaletes em pleno ar, ao invés de realizar a limpeza no solo.
A Direção Nacional de Aviação Civil da França, no entanto, afirmou que os aviões não podem fazer tal procedimento em voo sob o risco de despressurização da aeronave. Tastet, por outro lado, tem um contra-argumento na ponta da língua:
“No momento em que eles estão descendo para aterrissar, a pressão dentro e fora do avião volta a ser a mesma. Não existe mais risco de despressurização”, explica, baseado nas pesquisas que realizou na internet. “E como Biarritz fica a apenas 50 km daqui, eles nos sobrevoam justamente no momento em que os aviões estão prestes a pousar. Coincidência, não?”, questiona.
Mesmo se não é nenhum especialista, Tastet conseguiu o apoio da comunidade, que permanece insatisfeita com as respostas imprecisas acordadas ao caso. “Curiosamente, agora que o verão está chegando ao fim, o problema também parece ter acabado, ou ao menos não nos incomoda mais tanto.
Resta saber se no ano que vem vamos ter de viver tudo isso de novo”, afirma a enfermeira Leticia.
“A gente corre o risco de nunca saber a verdade, mas, para mim, o mais importante é nunca mais ter de aturar chuva de m**** no meu carro”, comenta o irmão de Tastet, Michel, às gargalhadas.
População aprende a conviver e até a rir da chuva incomum
06 de setembro de 2010 • 14h29
Reservatório da água ficou completamente manchado pela chuva de fezes
Lúcia Müzell
Direto de Saint-Pandelon
Não apenas as roupas e os carros sofriam com a chuva pitoresca que passou a cair sobre Saint-Pandelon desde maio.
Em uma comunidade rural onde os habitantes produzem a maior parte do que consomem, os moradores ficaram preocupados com o que poderia acontecer com as frutas e legumes que brotavam nos seus quintais.
O temor era de que as fezes contaminassem os alimentos.
“Aquilo caía e secava imediatamente, com o calor do verão. Ficava uma crosta dura, difícil de retirar mesmo com lavagem”, conta a dona de casa Janine.
“Todo mundo pensava duas vezes se deveria comer os legumes produzidos aqui. Eu passei a comprar no mercado as frutas, que são consumidas cruas.”
Embora o novo cotidiano fosse desagradável, a população de Saint-Pandelon provou que consegue encarar situações adversas com bom humor.
Outro contratempo com o qual tiveram de se habituar foi que, em pleno verão, os habitantes se viram receosos de fazer os famosos churrascos à americana, hábito copiado dos Estados Unidos pelos franceses.
Ao longo dos meses de junho a setembro, eles mantém suas grelhas abertas nos jardins, onde assam e consomem carne nos finais de semana. “Imagine, você vai comer um churrasco e, quando percebe, a carne está temperada com um gostinho bem particular”, brinca o aposentado Michel Tastet.
Ainda as piscinas, alívio tão desejado em um dia de calor, passaram a ser vistas com outros olhos. “A gente fingia que nem estava com tanto calor assim, mas na realidade, ficávamos com certo nojo de entrar em uma piscina que fatalmente estaria cheia de m**** diluída, mesmo se não conseguíamos ver nada de fora”, conta o irmão de Michel, George Tastet.
Foi George quem percebeu que as manchas amarronzadas estavam invadindo a comunidade e manchando tudo o que encontravam pela frente. Ele se diverte ao contar que, quando foi questionar se sua vizinha, Camille, tinha percebido que havia algo de estranho caindo do céu, a aposentada achou que ele estivesse dizendo bobagens.
“Ela insistia em dizer que não tinha percebido nada. Mas antes mesmo de eu levá-la para algum ponto para mostrá-la que havia, sim, algo de errado, uma enorme gota marrom caiu justamente na lente direita dos seus óculos! Ela ficou sem palavras e eu, não consegui segurar o riso”, relata.
Camille se deu conta, então, de que suas roupas recém lavadas estavam de fato saindo do varal manchadas. “Todo mundo teve que adaptar a posição do seu varal de maneira a ser o menos atingido possível pelo vento, que soprava em direção ao oeste”, ensina Camille.
A comunidade também teve de se acostumar com a onda de jornalistas que invadiram a localidade tão logo a notícia começou a circular.
O auge se deu quando a agência AFP, uma das maiores do mundo, difundiu uma matéria sobre o caso em rede nacional. “A matéria saiu às 18h. Às 18h02, já tinham outros jornalistas ligando aqui para casa. Fiquei impressionado com a rapidez com que a nossa história ficou conhecida”, afirmou Leticia, também moradora da pequena cidade, que tem apenas 700 habitantes.
George Tastet conta que, no dia seguinte, até um amigo do Canadá lhe telefonou para saber mais detalhes sobre a história. E agora, os moradores ficaram estupeficados ao saber que a imprensa brasileira também se interessava pelo caso. “Só espero que a gente não fique mundialmente conhecido por viver na m****”, diz George.
Um dos jornalistas que foi à cidade chegou a ser vítima da tal chuva. Quando se preparava para gravar uma passagem para televisão TF1, o principal canal privado francês, o repórter percebeu que sua camisa somava nada menos do que oito manchas marrons – e isso apenas uma hora depois de ele ter chegado à localidade. “Acho que esse não volta mais aqui de jeito nenhum”, comenta Michel.
Mistério de chuva de fezes intriga cidade na França
30 de agosto de 2010 • 12h28
Uma misteriosa “chuva” de excrementos intriga os habitantes do vilarejo de Saint-Pandelon, no sudoeste da França. Desde meados de maio, eles se queixam de “gotas” marrons que caem do céu, com cheiro e textura de matéria fecal.
O prefeito do vilarejo, Jean-Pierre Boiselle, afirmou que uma “chuva de cocô” passou a cair durante o dia e também à noite no município. Se no início a história fazia os 750 habitantes da localidade sorrirem, eles passaram a ficar aterrorizados com a chuva de excrementos, que deixou partes da cidade com ar irrespirável.
As crianças não podem mais brincar fora de casa e os moradores hesitam em comer as frutas e legumes das hortas locais. Eles também não fazem mais churrascos ao ar livre nesse período de verão na Europa.
Teorias
As “gotas” marrons, quase do tamanho de uma unha do dedo mínimo, sujam os carros, móveis de jardim e as roupas secando nos varais.
A primeira hipótese levantada pelos moradores para explicar o fenômeno foi a de que aviões estariam despejando o conteúdo de seus banheiros sobre a região. Mas isso seria impossível, afirmou a Direção Geral da Aviação Civil da França, acrescentando que “os aviões de linha são pressurizados e não é possível despejar o conteúdo de banheiros ou de nenhuma outra coisa”.
Após investigações, a polícia militar francesa declarou que a “chuva” de fezes poderia ser causada por aves migratórias, da espécie conhecida como andorinhões, que se instalaram na região nesta estação. “Esse pássaro tem a particularidade de voar o tempo todo e se alimentar em pleno voo. Por isso as fezes caem durante o dia e à noite”, afirmou o capitão Michel Brethes, da polícia militar de Dax, nos arredores do vilarejo de Saint-Pandelon.
Exames
Um laboratório da região realizou neste mês pesquisas científicas com o material coletado e confirmou que as “gotas” que cairam do céu são excrementos de origem animal, mas não conseguiu solucionar totalmente o mistério.
“Nas amostras analisadas, não encontramos bactérias específicas das fezes humanas. Mas não podemos dizer a qual tipo de animal esses excrementos correspondem”, afirmou Alain Mesplède, diretor do laboratório de análises científicas da região. “Apenas confirmamos a presença de bactérias típicas a todas as espécies animais”, disse o pesquisador.
Sem saber ao certo se as fezes seriam realmente de pássaros, os moradores de Saint-Pandelon esperam que a “chuva” fedorenta não caia novamente em outras estações.
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Lembrando…
Moradores dizem que choveu sangue em povoado colombiano
31.07.2008 – Os moradores de La Sierra, um pequeno povoado de apenas 200 pessoas situado no município colombiano de Bagadó, no departamento de Chocó, afirmaram que caiu na quarta-feira uma “chuva de sangue”, segundo destacam hoje fontes da região.
“A água caía no teto e, do teto à terra, era sangue e isso me deu muito medo”, explicou à Agência Efe Emérito Córdoba, um vigia de 71 anos que presenciou o fenômeno.
Ele reconheceu, no entanto, que não podia assegurar se o sangue era “humano, de vaca ou de porco”.
A chuva de sangue começou às 10 horas e se estendeu durante 30 minutos.
O vigilante foi à rua para contemplar como a parte alta do povoado, onde “há muitos cemitérios”, tinha se transformado em uma enchente de sangue.
“Nesse momento, fiquei com medo de sair à rua, porque não queríamos nos sujar de sangue, tudo o que arrastava era sangue”, afirmou Córdoba.
No entanto, disse que teve coragem de pegar uma amostra do líquido e levá-la à boca.
“Vamos coletar um pouco do sangue, porque é a única forma de fazer com que acreditem em nós”, afirmou Córdoba e, em seguida, colheu uma mostra do líquido.
O padre Jhonny Milton Córdoba, pároco de Bagadó, já tinha sido informado do fato apocalíptico, mas a falta de combustível o impediu de ser aproximar de La Sierra, localizada a meia hora de navegação pelo Rio Andágueda, segundo explicou à imprensa.
O vigia decidiu então levar ao sacerdote as amostras na manhã de hoje, mas, para sua surpresa, o conteúdo da garrafa tinha se tornado transparente, “como a água”.
O padre, ao receber as amostras e dezenas de ligações dos habitantes de La Sierra e de jornalistas, decidiu que os cientistas deveriam analisar o conteúdo da garrafa.
“A levamos a um laboratório, e o bacteriologista confirmou que era sangue”, explicou o padre.
Ele não se atreveu, no entanto, a emitir um veredicto e apenas se referiu ao que acreditam os habitantes de La Sierra: “Acham é um sinal de Deus”.
O monsenhor Fidel León Cadavid, Bispo de Quibdó (a capital departamental), também não quis comentar o caso.
“Acontecem coisas inexplicáveis, por isso não se pode tentar dar uma hipótese. O que estamos fazendo é esperar que o padre mande a Quibdó a amostra do líquido”, disse à imprensa.
Fonte: Terra notícias
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Lembrando…
Japão tenta entender misteriosa chuva de girinos em Hiroshima
17.06.2009 – Peixes e até sapo totalmente formado foram achados na precipitação.
Um mistério ronda as cidades japonesas de Hiroshima e Iwate: bizarras ocasiões de chuva de girinos, afirma o jornal britânico “The Guardian”. Peixes e sapos formados também foram encontrados na estranha forma de precipitação.
Segundo o “Guardian”, os meteorologistas japoneses ainda não sabem como explicar o fenômeno, no qual os girinos mortos parecem despencar dos céus. Os animais muitas vezes cobrem casas, plantações, pátios de escolas e carros.
Alguns chegaram a propor que os bichos foram arrancados de seu local de origem por trombas d’água, mas não há registros de ventos fortes que tenham acompanhado o fenômeno.
Outra hipótese é que aves aquáticas tenham capturado os bichos e depois deixado que eles caíssem de seu bico em pleno vôo. O mistério, no entanto, persiste.
Fonte: G1
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Lembrando…
Chuva de rãs surpreende moradores de cidade húngara
23.06.2010 – Uma chuva de rãs pegou os moradores da cidade de Rákóczifalva –100 quilômetros ao leste de Budapeste– de surpresa nesta segunda-feira, informou a imprensa local.
“Quando vi que meu guarda-chuva estava cheio de rãs, me assustei muito”, disse um morador da aldeia, citado pelo site na internet Index.hu, enquanto outros relataram que tinham visto “vários” destes animais.
“Não gosto destas criaturas e corri em busca de proteção em uma estação de ônibus. Nunca vi algo semelhante”, assegurou outra testemunha do fenômeno.
Segundo especialistas, quando são formadas nuvens “cumulonimbus”, que provocam tempestades, e ares quentes sobem, animais como rãs, aranhas ou peixes podem ser levados para as nuvens, e posteriormente serem “descarregados” em forma de chuva.
Fonte: Folha.com
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Lembrando…
Acredite se quiser: Chove peixe vivo sobre cidade australiana no meio do deserto
Adicionado a www.rainhamaria.com.br em 09.03.2010
Noticia de 01.03.2010
Você provavelmente jamais ouviria falar da cidade de Lajamanu, na Austrália, se não fosse pelo que aconteceu por lá na semana passada. Na quinta-feira (25.02) e, depois na sexta (26) – por dois dias seguidos, portanto – choveu peixe.
Centenas de peixinhos brancos caíram do céu para total espanto da população local.
Quando a gente diz “espanto”, imagine que Lajamanu fica no meio do deserto de Tanami e você pode andar centenas de quilômetros em qualquer direção sem topar com o menos indício de água – doce, salgada, com gás ou sem gás.
Para os meteorologistas, a única explicação para a precipitação piscosa é um tornado. Os peixes teriam sido sugados para o céu em um canto do mundo e caíram em Lajamanu. Mesmo assim, não houve registro de tornado nas imediações da cidade de modo que o advento da chuva de peixe permanece sendo um mistério.
Christine Balmer, moradora da cidade australiana, confirma que os peixes ainda estavam vivos quando caiam do céu.
Fonte: R7 noticias
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Diz na Sagrada Escritura:
“Haverá grandes terremotos por várias partes, fomes e pestes, e aparecerão fenômenos espantosos no céu”. (Lc 21,11)
Profecia de Nossa Senhora de La Salette, aparição na França em 1846, reconhecida pela Igrreja em 1851.
Virão guerras sangrentas e fome, pestes e enfermidades contagiosas; chuvas de um terrível granizo para os animais; tempestades que arruinarão cidades; terremotos que engolirão países…
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