☼ Pequenos negócios viram franquia ☼

Ganha força no país a prática de adaptar empresas preexistentes para incorporá-las a uma rede de franquias.
Conheça três experiências bem-sucedidas
Por Flávia Pinho
De um lado, o pequeno empresário, que teme ser engolido pela concorrência. De outro, grandes redes em busca de franqueados que já tenham know-how e dominem a região onde atuam. A franquia de conversão é uma forma rápida e eficiente de unir as duas pontas dessa equação. "Trata-se de uma tendência crescente em diversos segmentos", afirma Ricardo Camargo, diretor-executivo da Associação Brasileira de Franchising (ABF). "Interessa ao lojista, que adquire maior poder de fogo nas negociações; ao prestador de serviço, que aprimora sua mão de obra; e ao franqueador, que incorpora um ponto comercial já testado." As três bandeiras a seguir apostam suas fichas no sistema.

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 MISSBELA
Fundada em novembro de 2010, tem como foco a conversão de salões de beleza voltados para a classe média, com faturamento mensal entre R$ 20 mil e R$ 40 mil — o primeiro estabelecimento convertido, localizado em São Paulo, registrou aumento de 30% no faturamento no segundo mês de operação. Depois da integração à rede, o franqueado passa a contar com ações de marketing, como cartão de fidelidade, programa de reciclagem profissional extensivo aos funcionários e produtos para venda comissionada. A reforma para adequação à marca é feita nos dias de folga e durante as madrugadas.

  ÓTICAS CAROL
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Fundada há 14 anos a partir de duas lojas próprias em Sorocaba (SP), a marca aposta na conversão de bandeira desde que se tornou franquia, em 2000. No atual projeto de expansão — são 304 lojas no Brasil, mas a meta é chegar a 400 até o fim do ano —, o modelo promete ocupar ainda mais espaço. Entre as novas unidades, pelo menos 45% serão provenientes de antigas óticas convertidas à franquia. Em 2010, quando 65 novas lojas foram inauguradas, o percentual foi de 26%.
 ONE STORE
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Braço do grupo Marisol, tem 125 lojas em 18 estados — todas convertidas. Mas não se trata de uma franquia como as outras: o lojista que adquire a bandeira passa a revender as marcas do grupo (Marisol, Pakalolo e Babysol), mas tem liberdade para trabalhar com outros fornecedores. Em troca, participa das ações de marketing da rede, recebe consultoria em gestão de estoque, finanças, moda, montagem de vitrine e recursos humanos.
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