STF pode tomar medida forte contra Lewandowski e o deixar longe da Lava-Jato
De acordo com uma nota publicada em ‘O
Antagonista’ neste domingo, 10, o Supremo Tribunal Federal (STF) quer se livrar
do Ministro Ricardo Lewandowski.
A informação foi repercutida através do
jornalista Elio Gaspari, que trabalha como colunista há anos no jornal ‘Folha
de São Paulo’.
Segundo o repórter, outros Ministros da mais alta corte do país
não estão tão felizes com o trabalho de Lewandowski e trabalham para fazer uma
manobra, evitando que ele possa assumir a segunda turma.
Isso porque no mês de
Setembro, o polêmico Ministro que nessa semana se envolveu em uma polêmica por
conta de bonecos infláveis, sairá da presidência do STF.
O último rito do presidente da corte deve
ser mesmo o impeachment da presidente Dilma Rousseff, mas nem isso pode
acontecer.
Isso porque no mesmo mês quem entrará em seu lugar é a Ministra
Cármen Lúcia, que já criticou publicamente a defesa de Dilma dizer que o
impedimento e seu processo é um “golpe parlamentar”.
Com a saída de Ricardo e a
entrada de Cármen, uma vaga é aberta na segunda turma.
Essa é justamente a que
cuida da Lava Jato, a principal operação em vigor no país e conduzida pelo juiz
federal Sérgio Moro.
Pela lógica do Supremo, a vaga de Cármen
deveria ir para Lewandowski.
No entanto, de acordo com o jornalista, os Ministros
estariam pensando em fazer uma manobra extraordinária.
Cármen trocaria de
cadeira com outro colega, que está em outra turma e obrigaria o Ministro
mencionado a ficar bem longe da operação conduzida pelo juiz que neste ano
recebeu o título de uma das 100 maiores personalidades do planeta.
O jornalista ainda tem o seu questionamento
repercutido pelo ‘O Antagonista’:
“Qual ministro continuaria no tribunal depois
de ser submetido a semelhante constrangimento?”.
Seria então uma forma ruim
para o polêmico Ministro.
Nesta semana, o Supremo foi alvo de reclamações
feitas ao vivo pelo jornalista Boris Casoy, da TV Bandeirantes.
No ar, ele
disse que, no mínimo, a polêmica com os bonecos era uma “brincadeira”.
Ele
ainda mandou a corte ir trabalhar e se preocupar com coisas mais sérias.
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