10/10/2012
às 22:44
Tags: José Dirceu, Mensalão
Sabem
José Dirceu, aquele “companheiro, herói do povo brasileiro”, como gostam de
rimar os petistas? Pois é… Começa a ficar difícil para o rapaz sair às ruas.
Este blog não aprova nem incentiva qualquer forma de intimidação de quem quer
que seja.
E
falo seríssimo. Não aprovo igualmente tentativas de intimidar um dos Poderes da
República, como deram para fazer agora os petistas, especialmente Dirceu.
Eles
têm de ser mais respeitosos com o estado democrático e de direito e de parar de
fraudar os fatos. Leiam o que informa Fabiana Nanô, no Uol:
Um
dia após ser condenado por corrupção ativa pela maioria dos ministros do STF
(Supremo Tribunal Federal) no julgamento do mensalão, o ex-ministro José Dirceu
se reuniu com os dirigentes nacionais do PT no diretório do partido, em São
Paulo. Ele deixou o local em um carro blindado e sem falar com a imprensa por
volta das 18h. Ao sair da garagem do edifício, o veículo foi alvo não só dos
fotógrafos e cinegrafistas, mas também da população.
“Ladrão”
e “malandro” foram alguns dos gritos ouvidos. “Tem que ir para cadeia. Acabou
com o dinheiro da saúde, da educação e da segurança pública. E não é só cadeia,
não. Tem que devolver o dinheiro do povo”, afirmou Cloves de Oliveira,
subtenente reformado da Polícia Militar, que acompanhou a saída de José Dirceu
do local.
A
gritaria também chamou a atenção de alguns integrantes do PT presentes no
diretório, que chegaram a chamar os populares que ocupavam a frente do edifício
de “vagabundos”.
Na
reunião, Dirceu orientou o PT a esperar o fim das eleições municipais para reagir
a ataques ligados ao mensalão. Ele disse aos dirigentes do partido que a
prioridade agora é tentar eleger os 22 petistas que disputam o segundo turno,
especialmente o ex-ministro da Educação Fernando Haddad, que disputa a
Prefeitura de São Paulo.
No
discurso, que demorou apenas dois minutos, o ex-ministro do governo Lula evitou
falar sobre sua condenação, mas afirmou que deixará sua defesa pública para
depois do segundo turno, para evitar prejuízos aos candidatos do partido.(…)
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