Governo Dilma caminha para uma nova unidade monetária: o bilhão de reais

 

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Amigas e amigos do blog, o falecido ex-ministro da Fazenda Mario Henrique Simonsen era um homem talentoso, inteligente e muito bem humorado.

Atuou no cargo durante a ditadura, no governo do general-presidente Ernesto Geisel (1974-1979) e, em rodinhas, costumava comentar sobre o coronel Mário Andreazza, ministro dos Transportes extraordinariamente gastador do governo anterior, do general Garrastazu Médici (1969-1974):
– O Andreazza criou uma nova união monetária. Um “andreazza” vale um trilhão de cruzeiros [a moeda da época].

Ex-ministros Mário Henrique Simonsen e Mário Andreazza (Fotos: Arquivo :: Carlos Namba)
Ex-ministros Mário Henrique Simonsen e Mário Andreazza (Fotos: Arquivo :: Carlos Namba)
Pois bem, o governo da presidente Dilma está incursionando por terreno semelhante.
Neste governo, que investe menos do que o país precisa e gasta muito mais do que o país pode, parece que nada de importância vale menos do que 1 bilhão de reais.
Até os escândalos e roubalheiras em investigação batem no bilhão, quando não o superam.
O Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília?
1,5 bilhão de reais.
A reforma do Maracanã?
Mais de 1 bilhão de reais.
A grana para Cuba construir um moderníssimo porto – a mesma que não foi aplicada para acabar com o estrangulamento do porto de Santos?
1 bilhãozinho de reais.
Daqui a pouco vai-se dizer que, digamos, um “mantega” vale 1 bilhão de reais.

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