O único legado admirável da Copa da Roubalheira é Fernanda Lima

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Um colosso em duas versões: Fernanda Lima no sorteio dos grupos da Copa do Mundo e, à direita, na festa do troféu Bola de Ouro
Concebida por um casal de professores de educação física, ambos gaúchos, a grande novidade da Copa do Brasil existe há 37 anos e, sem jamais ter recorrido a financiamento público, está pronta desde 1999, quando começou a frequentar programas de TV. Mas só em dezembro, no sorteio dos grupos realizado no litoral da Bahia, o mundo foi apresentado ao monumento que, diferentemente dos elefantes brancos disfarçados de “arenas” e das “obras de mobilidade urbana” que nunca desceram do palanque, virou o que é sem ter consumido sequer um centavo do governo.
Nesta segunda-feira, a performance da apresentadora da festa de entrega do troféu Bola de Ouro reiterou que Fernanda Lima vai muito além do padrão Fifa. O colosso admirado em todos os idiomas, à exceção do farsi, é o melhor (e o mais belo) legado da Copa da Roubalheira. Pode também ser o único.

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