Cristiane: no comando da CPI
A CPI da UNE,
cuja instalação está prevista para esta semana, promete esquentar o clima na
Câmara.
A composição da comissão não poderia ser mais polêmica.
Na presidência, foi escolhida a presidente nacional do PTB,
Cristiane Brasil, que herdou do pai, Roberto Jefferson, a vocação para a
polêmica.
A relatoria será de Marcos Feliciano (PSC-SP).
O PT escalou uma tropa de choque para defender os repasses dos
governos Lula e Dilma Rousseff à união dos estudantes.
Será encabeçada pelo
deputado paulista e ex-ministro Orlando Silva (PC do B), ele próprio
ex-presidente da UNE.
A atuação de Silva na sessão que votou o impeachment, na qual
subiu à mesa para tentar impedir o início da sessão, é uma mostra do que ele
está disposto a fazer para defender a entidade.
Do lado governista — e que deve apontar problemas nos
recebimentos de recursos pela UNE — está Eduardo Bolsonaro, filho de Jair
Bolsonaro.
“Vai rolar estilingada”, prevê o vice-presidente da CPI, Bruno
Covas (PSDB-SP).
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