A Lua estará no seu perigeu e passará
por um eclipse, ficando com a cor avermelhada
Para os fãs de astronomia, o dia 31 de janeiro reserva duas surpresas:
mais uma Super Lua e a chamada Lua de sangue.
Portanto, se as condições
climáticas forem favoráveis, teremos óptimos registos feitos por câmaras
profissionais ou mesmo por smartphones – infelizmente a Lua de sangue não será
visível no Brasil, apenas do oeste dos Estados Unidos até a Ásia e a Oceania.
Como mostra o portal Universo News, especializado em notícias astronómicas, a Super Lua ocorre quando a órbita de nosso satélite se encontra no perigeu, ou seja, quando a distância entre a Terra e a Lua chega ao seu menor valor, que é de aproximadamente 360 mil km.
Como mostra o portal Universo News, especializado em notícias astronómicas, a Super Lua ocorre quando a órbita de nosso satélite se encontra no perigeu, ou seja, quando a distância entre a Terra e a Lua chega ao seu menor valor, que é de aproximadamente 360 mil km.
No dia 1º de janeiro deste
ano também tivermos uma Super Lua.
Quando isso ocorre, nosso astro que ilumina
as noites parece estar 14% maior e 30% mais brilhante.
Vale dizer que o oposto do perigeu é chamado de apogeu, quando a Lua fica o mais distante possível da Terra, chegando a quase 406 mil km.
No dia 31 teremos também outro fenómeno astronómico, que é a chamada Lua de sangue.
Este nome é mais comum no hemisfério norte e se refere à tonalidade avermelhada que nosso satélite apresenta.
Vale dizer que o oposto do perigeu é chamado de apogeu, quando a Lua fica o mais distante possível da Terra, chegando a quase 406 mil km.
No dia 31 teremos também outro fenómeno astronómico, que é a chamada Lua de sangue.
Este nome é mais comum no hemisfério norte e se refere à tonalidade avermelhada que nosso satélite apresenta.
Conforme o site Universo News, o
vermelho se forma devido ao eclipse lunar que acontece quando a Terra se coloca
entre a Lua e o Sol.
Como deixa de receber a luminosidade solar directa, o astro acaba ficando com o aspecto avermelhado, como se estivesse "sangrando".
Como deixa de receber a luminosidade solar directa, o astro acaba ficando com o aspecto avermelhado, como se estivesse "sangrando".
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