VEJAM, ENTENDAM E TIREM SUAS PRÓPRIAS CONCLUSÕES SOBRE O ESTRAGO QUE O PT/PSOL/PCdoB E TODA A ESQUERDA FIZERAM EM NOSSO PAIS, COM A AJUDA DO PMDB.
SÃO TODOS DIGNOS DE JULGAMENTO EM TRIBUNAL MILITAR E CONDENADOS COMO TRAIDORES DA PATRIA.
Excelentíssimo
Sr. Deputado Federal, Candidato à Presidência da República, Capitão de Exército
Jair Messias Bolsonaro.
Não nos conhecemos pessoalmente.
Escrevo-lhe, em primeiro lugar, na
condição de cidadão brasileiro; em segundo, na condição de eleitor e, só em
terceiro e último lugar, como médico.
Não tenho qualquer procuração de “Entidades Médicas” para me manifestar
em nome delas, não sei (nem quero saber) se meus colegas acreditam ou concordam
com aquilo que vou narrar e lhe pedir.
Ingressei no serviço público municipal da minha cidade no ano 2000.
Fui chefiado por um médico que é ex-réu em
processo por crime contra o Sistema Financeiro Nacional por participar de um
esquema de saque a descoberto contra Caixa Econômica Federal.
Além disso foi também condenado por falsidade
ideológica (teria recebido dinheiro público para “fazer pesquisa” quando já era
funcionário ou algo assim).
Esse lixo humano não tinha,
sequer, a hombridade e a coragem para se declarar petista simplesmente fazia o
serviço sujo para galgar degraus na carreira política em que mais tarde se
tornou conhecido.
Em 2003 me disse pessoalmente que faria o
possível para acabar com a minha carreira.
Imperava então, na cidade onde eu moro, a
“Pyongyang dos Pampas”, o verdadeiro “maoísmo na área da saúde”.
O Município era controlado pela
Organização Criminosa Petista desde 1988.
Trabalhando em uma Unidade de
Pronto Atendimento (UPA), vi pessoas morrendo em cadeiras de plástico, vi
funcionários com nível de segundo grau mandando embora pacientes HIV positivos
com febre de quarenta de graus dizendo que “não era nada grave”.
Atendi doentes que ficaram por semanas em corredores aguardando leito em
Unidade de Terapia Intensiva e vi pacientes psiquiátricos correndo nus dentro
do serviço no qual eu fazia meus plantões.
Tudo anotei, descrevi e denunciei ao Conselho Regional de Medicina
estimulando mais ainda, contra mim mesmo, o ódio e a perseguição política na
carreira funcional.
Respondi a dezenas de sindicâncias e a um processo administrativo por
insuficiência em “Estágio Probatório” cujas avaliações eram feitas com base nos
relatos de enfermeiras, técnicos de enfermagem e membros da “comunidade”
cabendo à médica que era minha chefia direta – petista histérica que hoje está
dentro do nosso Sindicato Médico subscrever o que diziam de mim (coisa que ela
fez sem qualquer problema de consciência).
Em 2004, sem saber mais “o que fazer comigo” que pedia desesperadamente
para ser transferido e trabalhar num Hospital e não numa (UPA), fui mandado
para outra espelunca igual a primeira – meu chefe, outro lixo petista, um
alcoolista formado em Medicina, tinha ficha no antigo DOPS (Departamento de
Ordem Política e Social), ficou famoso por assédio sexual contra funcionárias e
as revistas que fazia nas suas bolsas quando algo desaparecia.
Estimado pelo comando local do
tráfico de drogas, não teve comigo tratamento diferente.
Em
2007, doente e deprimido, consegui, depois de laudo da MINHA psiquiatra, ter
minhas funções limitadas a um Hospital da cidade, neste hospital o Diretor era
o médico que foi meu chefe na primeira UPA onde comecei minha carreira no
Serviço Público.
Depois disso tudo ficou claro pra mim que eu não podia
mais trabalhar em UPA alguma como médico do Serviço Público.
Procurei então mudar de especialidade e me tornei
intensivista (até
então era clínico e cardiologista) após prestar a Prova de Título da entidade que
representa esta especialidade no Brasil.
Fiz isso com intuito,
mais uma vez, de ficar longe do terror, do descaso, do verdadeiro inferno que
são as UPAS
e serviços de Emergência no nosso país para qualquer médico que
não seja corrupto, louco ou comunista.
Em 2010 ingressei, também através de concurso público, na
carreira como médico intensivista de um Hospital Federal (na verdade uma
autarquia) que era então comandado pelo Partido Comunista do Brasil.
Toda minha história já
era então conhecida no meio médico da cidade – entre “colegas” (ou entre os que
pensam que são médicos) eu já era visto como “louco” e
“paranoico que se considera perseguido pelo PT”.
Em
2014, depois de ter escrito sobre o Programa Mais Médicos, depois de me
insurgir contra as barbaridades que vi acontecerem dentro da Unidade de Terapia
Intensiva em que eu trabalhava, uma médica (em conluio com os comunistas da
Direção) me acusou de “violência contra mulher”.
Um “juizeco” do trabalho (de
primeiro grau) da minha cidade completou o serviço sujo solicitado pela
escória, pela ralé do PT, PSOL e PC do B.
Eu fui exonerado e o
Hospital ganhou o processo trabalhista que movi contra ele porque na Segunda
Instância foram os colegas de ideologia da Ministra Rosa Weber (ex-presidente
do TRT4) que julgaram o recurso apresentado pelo meu advogado.
Nessa época eu já era
conhecido nacionalmente por “mandar Dilma chamar um médico cubano” na ocasião
do seu “mal-estar” no debate com o corrupto e chefe de quadrilha, então
candidato à Presidência da República, Aécio Neves.
Capitão Bolsonaro (assim
o chamo agora porque sou também tenente da reserva da Força Aérea Brasileira),
tudo isso que escrevi acima é apenas parte da minha história no Serviço Público
como Médico.
Eu não tenho aqui interesse
algum de despertar piedade ou pedir ao senhor qualquer coisa – meu objetivo
hoje é deixar o Brasil e ser médico em outro país.
Escrevo-lhe por
considerar minha obrigação, em primeiro lugar, tornar público aquilo que
aconteceu comigo e, em segundo, dizer ao senhor aquilo que considero ser
prioridade na área da saúde se o senhor, porventura, conseguir se eleger.
O que deve ser dito é o
seguinte: Toda Rede Hospitalar Brasileira foi destruída pelo Regime
Petista. UPA’s são lugares criados para esconder
a morte de pacientes que deveriam estar dentro de hospitais: a UPA é um lugar
em que se atende tudo aquilo que não é suficientemente grave e poderia ser
resolvido num posto de saúde, ou coloca a vida do paciente em risco e ele
deveria estar dentro de um Hospital.
Deputado Bolsonaro,
enquanto existir SUS no Brasil►
O PT e o comunismo na área da Saúde vão estar vivos.
O senhor não poderá acabar
com o SUS pois será impedido pela Constituição Federal, mas pode mudar toda
História da Saúde Pública se afastar, se exonerar e expulsar de dentro do
Ministério da Saúde, a corja, a ralé de alcoolistas, pederastas, pedófilos,
viciados, corruptos, vagabundos e estelionatários do PT, PSOL e PC do B que
hoje MANDAM e DESMANDAM na Saúde Pública Brasileira e que fizeram comigo (e com
centenas de outros médicos) isso que narrei no início da carta.
Acabe, eu lhe imploro, com a
Ditadura Comunista na Saúde Pública, não ceda mais um centavo sequer para
postos de saúde e UPA’s – o Brasil foi transformado num “postão”!
Ajude a reconstruir a
Rede Hospitalar Brasileira, lute para FECHAR e não para abrir mais faculdades
de Medicina! Colabore com as entidades médicas na formação de um plano de
carreira e de um piso salarial mínimo em todo país, ajude os médicos
brasileiros a se fazerem respeitar pela Imprensa Vagabunda
Petista que
hoje nos massacra expulsando os escravos cubanos (falsos
médicos)
trazidos por Dilma Rousseff e por outro bandido
da minha profissão chamado Alexandre Padilha.
Não sei se o senhor vai
conseguir se eleger: acredito que pode ser assassinado a qualquer momento pela
Organização Criminosa que comanda o Brasil ou que as urnas possam ser fraudadas
dando a vitória a quem puder ser controlado por ela.
Minha história eu tornei
pública.
Ela vai passar
despercebida como “lágrimas na chuva”
(como diria aquele androide do filme “Blade Runner”), mas com o meu voto o
senhor pode contar.
Cordiais Saudações,
Milton Pires.
Porto Alegre, 8 de agosto
de 2018.
(via Ataque Aberto)


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