Com essa crise braba, o brasileiro médio (mais ou menos 12 cm) não tem motivos pra rir.
Só uma coisa está provocando gargalhadas e trazendo um pouco de alegria para o povão: as burrices da presidente Dilma Roskoff.
Tal e qual um Seu Creysson de esquerda, a stand-up-presidenta já pode ser considerada uma das maiores comediantes do Brasil.
Maior que e Regina Casé e a Fabiana Carla. Todo dia a Dilma só abre a boca pra dizer besteira. Ô presidenta difícil!
Na semana passada, Dilma Mocreff saiu do armário do Palácio da Alvorada e revelou pra todo mundo que era fã da mandioca.
Como todos sabem, a famosa planta de duplo sentido foi introduzida na cozinha pelos índios brasileiros (com trocadilho, por favor).
Engraçada essa súbita paixão da presidenta Dilmandioca Roussef.
Eu sempre achei que não é dessa fruta que ela gosta. Mesmo por que a mandioca não é fruta – é um tubérculo.
Para aumentar o rol de coisas sem pé nem cabeça que sempre fala de improviso, Dilma, no mesmo discurso, resolveu homenagear a “Mulher Sapiens”.
Ela disse que se o “Homem Sapiens” existiu mesmo, a “Mulher Sapiens” existiu também.
Senão como é que ia nascer o “Bebê Sapiens”? Mas não se deixem enganar: de burra a Dilma não tem nada. Burro é quem votou nela.
Enquanto isso a popularidade da presidente-tubércula não para de cair. E não tem silicone capaz de empinar a popularidade da Dilma.
Pra despistar a mídia golpista Dilma, resolveu fazer uma visita aos EUA e tirar uma casquinha do Barack Obama, que está por cima da carne seca.
Sem mandioca. Obama levou a Dilma para conhecer o Monumento a Martin Luther King. A presidenta, que gosta de meter o bedelho em tudo, disse que monumento estava errado porque Martin Luther King era negro e a estátua branca.
Ao lado de Obama, Dilma Roskoff se comprometeu a zerar o desmatamento ilegal na Amazônia até 2030.
Em compensação, a devastação do cofre da Petrobras continua porque, segundo a presidenta, foram doações legais de campanha.
Para encerrar a viagem, Dilma ainda foi até a Califórnia onde deu uma volta no carro da Google que não precisa de motorista.
A presidenta não achou nada demais, afinal, há muito tempo o Brasil não tem ninguém na direção.
Em seguida, Dilma fez questão de ir a São Francisco.
Na Castro Street, Dilma depositou uma coroa de mandiocas no Monumento ao Gay Desconhecido onde arde a Pira Sagrada.
E como arde…
(Agamenon Mendes Pedreira)
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