O pecuarista chegou e saiu da sede da
PF amparado pelos advogados Daniella Meggiolato e Conrado de Almeida Prado.
A Operação Lava Jato suspeita que o sítio seja do ex-presidente Lula.
Com 180 mil metros quadrados de área e composto por duas propriedades
com matrículas distintas (19.729 e 55.422), o Sítio Santa Bárbara foi comprado
no fim de 2010, no mesmo dia, pelo valor total de R$ 1,5 milhão.
Os dois imóveis foram adquiridos em
nome dos empresários Fernando Bittar e Jonas Suassuna.
Ambos são sócios dos filhos do
ex-presidente Lula.
À PF, Bumlai declarou que esteve no
sítio a convite de Fernando Bittar e Marisa, na companhia deles, no final de
2010.
Na ocasião, Fernando disse que
comprou o imóvel com recursos do pai, mas que seria para uso das duas famílias.
Segundo Bumlai, Marisa pediu a ele
que os ajudasse na ampliação das acomodações para que pudesse passar os finais
de semana.
O pecuarista afirmou à PF que
solicitou a um engenheiro da usina da sua família, que estava em obras, que
atendesse ao pedido e, depois deste pedido, não teve mais contato com o
assunto.
Bumlai declarou que o engenheiro
providenciou tudo.
O pecuarista relatou que após uns
dias, recebeu ligação de Aurélio para deixarem a obra, pois não estava andando
a contento, e que uma construtora de verdade iria tocá-la.
De acordo com Bumlai, tinham pressa
na reforma.
Com informações do Estadão Conteúdo.
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