Folha abandona Facebook: A Rede Social está acabando?
REALMENTE O RIGOR, A CENSURA PARA ALGUMAS PUBLICAÇÕES, MAIS AS PUNIÇÕES AS VEZES DESCABIDAS E UNIDOS AO ALTO CUSTO PARA PUBLICAÇÕES, FIZERAM COM QUE A DECADÊNCIA FIRME E CERTEIRA DESBANQUE A REDE SOCIAL. CERTAMENTE OUTRA VIRÁ, MAS A SAUDADE AINDA É DO FAMOSO "ORKUT".
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A Folha publicou um artigo apresentando os argumentos para largar o Facebook e não alimentar sua Fan Page com conteúdo, mesmo para divulgar seus links de notícias.
- Leia a matéria na íntegra: Folha deixa de publicar conteúdo no Facebook
Depois que li o texto deles, achai melhor gravar o vídeo a seguir e comentar alguns pontos relevantes, que reforçam o ponto de vista que defendo há bastante tempo. Fato é que o Facebook perde cada vez mais sua capacidade de levar público para os sites e Blogs, bem como não tem mais função de fidelizar um público alvo nas Fan Pages, já que não entrega de forma orgânica o que divulgamos lá.
Boa parte do ponto de vista da Folha já tratei aqui neste outro vídeo: Estou abandonando o Facebook: entenda por quê. E ao comparar a estrutura de time line do Facebook com o Twitter, podemos perceber o quanto o Facebook é uma rede social nociva para quem busca se manter realmente informado:
- Por que o Twitter é MELHOR que o Facebook?
- O Facebook é inimigo do seu Blog: O problema do alcance Orgânico
Assista o vídeo:
Boa parte dos argumentos da Folha podem ser resumidos à crítica sobre o algoritmo do Facebook que limita o que os usuários vão receber de atualizações e visualizar na time line. O alcance orgânico (natural) das páginas foi reduzido a zero, quando muito atingem 2% da base de fãs que curtiram.
A estrutura atual do Facebook visa exclusivamente publicações pessoas, restritas ao cotidiano de nosso círculo de amizade e relações familiares. E esta não é meramente uma percepção, mas é a política de Feed, da forma como o filtro do Facebook funciona.
O Facebook anunciou exatamente isso:
“Como o espaço no Feed de Notícias é limitado, mostrar mais posts de amigos e de familiares e atualizações que motivem conversas implica na exibição de menos conteúdo público, incluindo vídeos e outros posts de publishers e de negócios.”
Isso significa o fim de qualquer possibilidade de contraditório, de termos acesso a outras formas de ver o mundo, outras opiniões e até de conhecer mais pessoas fora daquele círculo restrito que os algoritmos do filtro que o Facebook criou nos permitir ver.
É o controle total da opinião em massa
Perceba que não se trata apenas da briga de uma empresa de mídia contra outra, mas da capacidade de propagar uma informação sem o controle de ferramentas externas e de dar liberdade de escolha sobre o que nós, como usuários, queremos ver e acessar.
Há um ótimo livro que recomendo chamado “O filtro invisível: O que a internet está escondendo de você
” que trata de forma bem didática como a internet tem se tornado uma bolha e vemos cada vez menos do mundo à nossa volta.
O que deveria ser uma poderosa ferramenta para acessarmos tudo e em todo lugar, está se transformando num pesadelo de controle e limites.
Estamos vendo o fim do Facebook?
Não posso afirmar isso e não acho que a Rede Social perde totalmente a relevância, mas para nós que somos produtores d conteúdo, sua usabilidade está sendo superada. A forma como as pessoas vão usar o Facebook está mudando.
Falta muito para o Facebook acabar e as redes sociais e serviços online pode demorar muito para encerrar atividades, como foi o caso do Orkut e MySpace que levaram anos para serem descontinuados.
Também é preciso que surja algo novo e melhor, que seja capaz de atrair o interesse dos usuários e cumpra funções que outras plataformas não são tão eficientes. Este é um bom momento para o crescimento de plataformas como o Twitter e até do Youtube para ocupar o vácuo de conteúdo.
Sem esquecer de que os Blogs se mostram mais eficientes quando se trata da criação de uma comunidade em torno do conteúdo, sem depender de plataformas externas. O erro de muitos produtores de conteúdo e apostar todas as fichas num único modelo e estrutura. Quando as regras mudam e não é possível adaptar-se, perdem o que foi construído.
A versatilidade dos Blogs pode garantir a longevidade de qualquer informação e da escolha do público em acessar o que considerar relevante.
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