◘COM RECEIO DE REVOLTA NACIONAL 'TCU' REVELA QUE GOVERNO FEZ SUMIR R$ 40,BILHÕES.


O ministro do TCU, Augusto Nardes

Com receio de uma revolta nacional, TCU revela que governo fez sumir R$ 40 bilhões

Verdade seja dita, os sujeitos de terninhos e gravatinhas estão ligados nas redes sociais, nas vozes do povo que não segue mais a nenhum movimento e sim a própria consciência e que está prestes a surtar com tanta desgraça diária, especialmente, com a corrupção política e o sumiço impune e descarado do dinheiro de seus impostos>>>
Desta forma, os senhores engravatados sabem que se optarem por livrar a cara do governo, de Dilma e sua trupe estarão jogando o país num caos inimaginável, pois todos terão certeza de impunidade e de que as leis e a justiça de uma forma geral não valerão nada.

Por isso, a decisão que o TCU promete tomar no 'Dia D Brasileiro, 7/10' é de altíssima relevância e contribuirá para o país seguir em frente e tentar melhorar ou para afundá-lo no caos e na desordem.
***O relator das contas de 2014 do governo Dilma Rousseff no Tribunal de Contas da União (TCU), Augusto Nardes, afirmou nesta quinta-feira (1º) em entrevista ao vivo à "Rádio Estadão" que vai liberar seu voto para os demais ministros até o fim do dia. 
Mesmo sem abrir o voto, Nardes deu demonstrações claras de sua orientação ao comentar as "pedaladas fiscais" e o momento vivido pelo país.
"As contas presidenciais sempre foram aprovadas com ressalvas pelo TCU nos últimos 80 anos e ninguém tinha coragem de mudar esse quadro. Eu resolvi mudar esse quadro.

Nós aqui não somos a Grécia, que tem a Europa para salvá-la. Nós mesmos temos que resolver os problemas do Brasil", disse Nardes.
Questionado sobre se consideraria as "pedaladas fiscais" operações de crédito entre a Caixa e o Tesouro Nacional, o que é vedado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), Nardes disse que seguiria o entendimento da área técnica e citou números levantados pelos auditores do tribunal.
"Não posso antecipar meu voto, mas posso falar que encontramos R$ 40 bilhões em pedaladas. Foi utilizado (pelo governo) dinheiro dos bancos, como Banco do Brasil, Caixa e BNDES, para pagar programas sociais do governo.

Posso dizer também que o governo deveria ter contingenciado R$ 38 bilhões em gastos públicos no fim de 2014, mas não fez isso", disse Nardes.
O jornal "O Estado de S.Paulo" apurou que o relatório da área técnica, que também será finalizado hoje, vai considerar as "pedaladas fiscais" um procedimento irregular. 
O documento, com aproximadamente 300 páginas, vai embasar os votos dos ministros no julgamento, que ocorrerá na semana que vem. 
Segundo Nardes, que não quis comentar o relatório dos técnicos, o julgamento sobre as contas de 2014 será realizado na próxima quarta-feira.
O ministro também comentou sobre o quadro geral da economia.
"A situação do País é muito grave e todo mundo está vivendo isso. O desemprego está aumentando em todo o País e a perda de confiança é muito grande.

Qualquer cidadão com conta no banco que deixa de cumprir seus deveres precisa apertar o cinto para fazer os pagamentos devidos de suas contas.

O governo tem que fazer a mesma coisa e o ato de contingenciar gastos é exatamente isso", afirmou.
Por fim, o ministro foi questionado quanto à argumentação do Advogado Geral da União (AGU), Luís Inácio Adams, que vem defendendo um julgamento técnico pelo TCU, sem contaminação política. 
A oposição e parte rebelada da base aliada da presidente Dilma Rousseff espera a inédita rejeição das contas presidenciais para sustentar um pedido de impeachment de Dilma no Congresso. 
O pedido de impeachment feito pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Jr. é baseado justamente nas "pedaladas fiscais".
"O advogado geral defender que existe contaminação política não corresponde à realidade. 
Todos os funcionários do TCU são concursados e são os auditores que fazem as análises técnicas tanto das contas quanto da defesa apresentada pelo governo. 
Eu faço um trabalho de interpretação e avaliação, mas meu voto é fundamentado na análise técnica", disse o relator no TCU. ***
(Com informações de UOL)

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