| Banco para propina |
| Um dos executivos da Odebrecht disse em depoimento à força-tarefa da Lava Jato que a empreiteira comprou um banco no exterior no fim de 2010 para movimentar propina em contas em paraísos fiscais. Vinícius Veiga Borin citou em delação premiada transferências que somam cerca de US$ 132 milhões. Borin é o primeiro a falar detalhes sobre as transações da empresa por meio de offshores. A Odebrecht é investigada por envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras. Leia mais |
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