
Comecei a coletar assinaturas para a CPI do BNDES no Senado e para a CPI Mista para investigar empréstimos suspeitos concedidos pelo banco.
Lamentavelmente, o BNDES deixou de ser um banco de fomento econômico e social para ser financiador dos amigos do rei.
Vejam o caso do JBS Friboi, que já denunciei várias vezes.
ER MUITA COISA. AGUARDEMO banco público concedeu mais de R$ 8 bilhões ao grupo que, não coincidentemente, foi o maior doador da campanha à reeleição de Dilma Rousseff.
Empréstimo que quando confrontado pelo TCU recebeu a resposta do BNDES de que as transações são sigilosas.
Ora, quando há investimentos públicos o mínimo que se espera é transparência. Outro caso escandaloso foram os repasses a países, como Cuba, Equador e Venezuela.
Para o porto de Mariel, na ilha dos irmãos Castro, o BNDES desembolsou R$ 1 bilhão.
Mais uma vez, operação classificada como sigilosa. É absurdo o volume de recursos do Tesouro destinado ao BNDES, que tem financiado esse tipo operação suspeita, sem prestação de contas.
De 2006 a 2014, o endividamento do BNDES com o Tesouro cresceu 4.800%.
Como podem ver, há indícios mais que suficientes para uma CPI.
A oposição que não dá trégua não vai se omitir diante do uso de órgãos públicos em nome de um projeto de poder.
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