◘ LULA ACOMPANHOU IMPEACHMENT NO ALVORADA, COM UÍSQUE E CAMARÃO.

na piscina
Lula acompanhou o impeachment petiscando camarão e bebendo uísque no Palácio da Alvorada

A revista Veja faz um relato assombroso, assustador e engraçado dos últimos dias de Dilma Rousseff no poder. 

Isolada no Palácio da Alvorada, até dos criados, que considera espiões, Dilma ainda tem seus famosos ataques de fúria, demite funcionários que erraram o ponto dos ovos cozidos do café da manhã, arremessa objetos, grita e diz palavrões. 

A reportagem traz ainda um relato pitoresco da atitude de Lula durante a votação do impeachment:

“Dilma assistiu à votação do impeachment na Câmara meio perplexa, meio mesmerizada. 
Junto com ela, na biblioteca do Palácio da Alvorada, estavam ministros, governadores e parlamentares. 

Lula também foi ao palácio, mas ficou a maior parte do tempo na área da piscina – almoçou bacalhau e passou o resto do dia bebendo uísque e petiscando camarões. 

Fizeram-lhe companhia os ministros Jaques Wagner, Ricardo Berzoini, Armando Monteiro e o deputado Sílvio Costa (PT do B)”.

No Palácio da Alvorada, recolhida aos aposentos privativos no 2º andar, evita até mesmo lidar com os servidores, que trata como espiões ou espectadores incômodos do seu calvário. 

Na hora das refeições, a comida sai da cozinha e é enviada às dependências presidenciais por um elevador. 

Os servidores só ficam sabendo como anda o humor da chefe quando ela liga para a cozinha reclamando de algo (o fracasso em servir ovos cozidos no “ponto Dilma” – gema mole e clara dura – já derrubou ao menos um taifeiro).

O humor de Dilma nunca esteve tão ruim, relata a Veja:


“Tendo ocupado cargos gerenciais na maior parte da vida, aprendeu sobretudo a mandar. 

Subordinados conhecem bem o seu estilo. 

A presidente quer tudo para ontem (“Te dou meio segundo pra me trazer essa informação”). 

Acha que entende de qualquer assunto (“O que ocê tá falando é uma besteira. Olha aqui, lição de casa pra você”). 

Impacienta-se diante de um trabalho que considera malfeito (“Ocês só fazem porcaria, só fazem m., pô”). 

Quando está exasperada, não deixa o interlocutor terminar as frases (“Ô… ô… ô, querido: negativo. Pode parar já”). 

Por fim, nos momentos de grande fúria, pode mesmo lançar objetos sobre o seu interlocutor (grampeadores de seu gabinete já tiveram de ser repostos mais de uma vez).”

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