Jacques Wagner, ex-chefe do gabinete pessoal de Dilma(Felipe Dana/AP)
Na derradeira manhã do governo Dilma, quando as equipes do cerimonial e
segurança do Palácio do Planalto instalavam grades e detectores de metal para
organizar os espaços onde militantes, jornalistas e autoridades públicas
ouviriam o discurso de despedida, o ex-ministro Jaques Wagner (PT) tentou
interferir e foi desautorizado pelo comando da guarda militar.
Ex-chefe do
gabinete pessoal de Dilma, Wagner queria autorizar a entrada de cerca de cem
mulheres para abraçar Dilma e levar flores.
Segundo um funcionário da
Presidência responsável pelo contato com movimentos sociais, Wagner ouviu do
novo comandante a seguinte frase:
"O senhor já não é mais ministro".
De fato, ele havia sido exonerado na véspera pela presidente.
(Felipe
Frazão, de Brasília)
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