A empresária Maria Christina Mendes
Caldeira, ex-mulher do ex-deputado mensaleiro Valdemar da Costa Neto, quem
realmente manda no Partido da República, botou a boca no megafone.
Denunciou ao
Tribunal Superior Eleitoral e à Procuradoria Geral da República que o Partido
dos Trabalhadores recebeu US$ 5 milhões de empresários de Taiwan em 2002, antes
de Lula ser eleito presidente.
A doação é ilegal e pode gerar a cassação do
registro da legenda, de acordo com o Artigo 28 da Legislação Eleitoral.
É Maria
Christina quem negocia delação com o FBI para entregar offshore.
Maria Christina diz que a doação
ilegal foi feita em dinheiro em São Paulo, na presença de Lula, Delúbio Soares
e José Dirceu.
Lula foi eleito presidente no ano seguinte.
O dinheiro, segundo a denunciante, foi entregue ao PT para facilitar a
abertura de um escritório de grupo taiwanês em São Paulo.
Há suspeita de
lavagem.
A denúncia já está nas mesas de
Rodrigo Janot (Processo nº 00168024/2016) e do presidente
Gilmar Mendes, do TSE, sob o registro nº 20160064220.
No
contexto da denúncia e em conversas com interlocutores, advogados e com o corpo
consular dos EUA, fica claro que ela quer preservar Valdemar.
Na lei americana,
se ela delatar, ele fica livre de processos pela instituição jurídica “spousal
privilege”.
Procurados, as assessorias de Lula,
do PT e de Valdemar ainda não se posicionaram.
Delúbio não foi localizado e
Dirceu está trancado na cela em Curitiba.
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