◘ DEMOCRACIA, ALGO EM QUE ACREDITAR E UM LEGADO A SER RECUPERDADO.


Caros amigos

Em 15 de março de 1979, quando assumia o cargo de Presidente da República, o Gen João Batista Figueiredo, jurou que faria deste País uma democracia. Promoveu a abertura e a anistia sem ter que "prender ou arrebentar" ninguém. Cumpriu seu juramento e encerrou o período de governos sob a presidência de militares.

Hoje, passadas apenas três décadas e sob a égide de uma "Constituição Cidadã", estamos sofrendo uma crise generalizada, a pior da nossa história, que, como os adjetivos indicam, abrange todos os campos do poder de forma nunca vista e que caracteriza, com extrema propriedade, o estrago que a libertinagem, passada ao povo brasileiro com o nome falso de liberdade, fez àquela democracia construída com a competência e até com o sangue do mesmo povo que, a partir do cumprimento das promessas do Presidente Figueiredo, passou a aceitar, acolher e apoiar a falsidade ideológica que, desde então, vem deteriorando aquele legado.

Vemos, hoje, perplexos, um número significativo de brasileiros que, a custa do desastre, passam a desacreditar da democracia e outros que, ludibriados, apesar do caos, ainda se deixam levar pela demagogia, por promessas libertinas de um "estado provedor", organizado falsamente de "baixo para cima", sem disciplina, sem deveres e que despreza a virtude e o mérito.

Vemos brasileiros que ainda não se deram conta de que o socialismo é a ideologia dos invejosos, dos incompetentes que não sabem produzir ou criar riquezas, que exploram física, mental e moralmente os que são capazes de fazê-lo e que utilizam-se dos ignorantes para manter acesa a chama da esperança e da ilusão de que a utopia é real e possível.

O Brasil, nesses fatídicos trinta anos, trocou a evolução gradual e consistente por umatransformação radical e destrutiva que desprezou os valores, os costumes, as crenças e os usos sobre os quais foi erigida a sua nacionalidade. Deu no que deu…

Considerando que a maturidade é fruto de experiências positivas e negativas e que nem sempre somos capazes de aprender com a experiência dos outros, podemos e devemos, a partir desta péssima experimentação, levantar a cabeça, olhar para cima, ver de onde caímos e por que caímos, e recomeçar a marcha por outra senda, evitando atalhos, radicalismos e caminhos desenfiados, resignados, mas determinados a corrigir nossos erros, e, principalmente, a recuperar a democracia e a retomar com ela a liberdade para produzir e evoluir em bases sólidas, de acordo com o imenso patrimônio físico e criativo desta terra e sua gente.

O próximo dia 31 de julho será o marco decisivo dessa caminhada, não deixe de participar e de acreditar que a democracia ainda é a melhor e mais segura forma de evoluir e de conquistar a felicidade!

Gen Bda Paulo Chagas

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