HÁ MUITO ESTE BLOG, E MUITOS OUTROS BLOGS SÉRIOS TEM ALERTADO PARA AS REAIS INTENÇÕES DO GOVERNO E DO "PT".
É CRISTALINO E BASTANTE VISIVEL QUEREM "SIM" IMPLANTAR UM REGIME DE GOVERNO AUTORITÁRIO E DE ESQUERDA CERCEANDO A LIBERDADE E OS DIREITOS DOS CIDADÃOS.
UM LAMENTAVEL RETROCESSO ÁS CONQUISTAS ATÉ AQUI CONSEGUIDAS.
ESTAMOS DE OLHO NÃO VAMOS BAIXAR NOSSAS ARMAS.
NÓS, A SOCIEDADE, AS INSTITUIÇÕES INCORRUPTIVEIS, QUE LUTAMOS PARA A CONQUISTA DA DEMOCRACIA ESTAREMOS UNIDOS E FORTALECIDOS PARA DEFENDER O BRASIL E TODO O NOSSO POVO.
TENHAM CERTEZA.
Pedro Roberto Saran
Sempre imaginei que o papel da universidade fosse ensinar — sobretudo ensinar os jovens a pensar, a entender o mundo e a ter espírito crítico.
Mas não é o que imaginam os gênios do governo.
Como já mostrei aqui, com espanto e indignação, uma universidade federal — no caso, a de Ouro Preto – conseguiu criar e manter um Centro de Difusão do Comunismo.
Não, como seria de se desejar, um centro para informar estudantes, sem viés ideológico, a respeito do tema, discutir e debater o comunismo, o sistema falido de organização social e política que causou milhões de mortes, incontáveis violações dos direitos humanos e a catástrofe econômica nos países que o adotaram até a queda do Muro de Berlim, em 1989, e o desabamento de quase todos os regimes comunistas então existentes.
O objetivo era, expressamente, “difundir” o comunismo, e não estudá-lo.
Agora, a coisa vem de outra área — do Ministério do Trabalho. Vejam só o que anuncia esse ilustre desconhecido do grande público que é o sr. Manoel Dias, ministro do Trabalho — uma universidade para “politizar” trabalhadores. Não para melhorar sua qualificação, para enriquecer sua bagagem, para desenvolver seu espírito crítico, para fornecer-lhe alternativas de pensamento — mas para, especificamente, “politizá-los”.
UNIVERSIDADE DO GOVERNO TERÁ AULAS DE
MARXISMO PARA POLITIZAR TRABRALHADORES
Do site de VEJA
O ministro do Trabalho, Manoel Dias: para ele, é preciso “politizar” os trabalhadores (Foto: Valter Campanato / Agência Brasil)
O governo federal vai fundar uma nova universidade no primeiro trimestre de 2014. A Universidade do Trabalhador já tem até grade curricular definida. Aulas de “marxismo, socialismo e capitalismo” serão obrigatórias, como adiantou o ministro do Trabalho, Manoel Dias.
A plataforma de ensino à distância oferecerá cursos de qualificação profissional. “Estamos vivendo um período de despolitização geral no Brasil, em todas as áreas. Os trabalhadores são peça fundamental na discussão política”, explica o ministro.
De acordo com o especialista José Pastore, professor de Relações do Trabalho da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da Universidade de São Paulo (USP), a qualificação profissional é, de fato, uma questão crucial, mas ter como foco “politizar” os trabalhadores é uma medida “defasada”.
“Uma economia globalizada exige competência, eficiência e produtividade. Muito mais conhecimento das tecnologias e do sistema de produção do que propriamente de ciência política.” Para o professor, o foco deve estar na qualidade da educação básica.
O primeiro convênio para a criação da Universidade do Trabalhador foi firmado com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), onde o ministro Dias concluiu o curso de Direito.
Segundo o professor João Arthur de Souza, do Departamento de Engenharia e Gestão do Conhecimento da UFSC, a universidade vai receber 2,5 milhões de reais pelo contrato de dois anos, dinheiro que será usado para pagar bolsas a estudantes e contratar técnicos para o projeto.
A equipe responsável pela definição dos novos cursos tem 30 a 40 alunos bolsistas e profissionais de várias áreas, como Psicologia, Pedagogia, Estatística, Computação, Letras, Economia, Sociologia e Administração.
A próxima da fila a integrar o sistema será a Universidade de Brasília (UnB), que fechará convênio com o governo ainda em 2013. Mais três instituições virão em 2014.
(Com Estadão Conteúdo)
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