Lula, Bumlai,
Banco Schain, Delúbio Soares foram peças-chave na montagem da “engenharia” para
calar Ronan Pinto que publicamente chantageava todos, avisando que
sabia nome e cpf dos autores da morte de Daniel.
Durante a semana, andando em paralelo com
as notícias do afastamento de Eduardo Cunha da presidência da Câmara, da
admissão do processo de impeachment de Dilma pelo Senado, transitou a
informação de que os Procuradores da República destacados na Lava Jato tinham
convocado uma coletiva para a tarde da sexta, dia 06.
Inicialmente se imaginou um relato sobre um
grande numero de prisões perpetradas na manhã da sexta, uma vez que as celas da
PF em Curitiba, haviam sido esvasiadas na véspera e tudo indicava para a
deflagração da 30ª fase da Lava Jato.
A especulação definia tudo como uma
“robusta” operação.
Diferente do que se cogitou, ninguém foi preso e a
frota de “ubers” da Polícia Federal não saiu das garagens.
Na coletiva, além da comunicação do
indiciamento do ex-senador da República Gin Argelo e sua “trup”, acusados de
achacar empreiteiras e empresários, os Procuradores tinha reservado “um
presente” para o País: Informar da convicção e certeza de que as digitais do
ex-presidente do Brasil, Luis Inácio Lula da Silva estavam gravadas no cadáver de Celso Daniel, assassinado com requintes de crueldade após ter sido
sequestrado.
Com a prisão de Ronan Pinto, acusado de “chantagear” Lula e o núcleo duro do PT – relato de conhecimentio público desde o mensalão – quando Marcos Valério “entregou” a operação abafa.
Agora, após longas horas de interrogatório,
os Procuradores começam a desvendar, na inteireza, o episódio
que culminou com a morte do ex-prefeito de São Bernardo, Celso Daniel.
6 milhões de reais calaram Ronan
Pinto… por um tempo!
Nenhum comentário:
Postar um comentário